quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

É possível manter-se motivado após alcançar o cargo desejado?

No começo da carreira, é comum a pessoa almejar o crescimento profissional, a mudança de cargo, novas atividades e metas para serem cumpridas, além de um salário maior. Mas depois de um longo caminho traçado e os objetivos alcançados, o que motiva o profissional?


Segundo a gerente de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Vanessa Novais, existem dois aspectos que podem ajudar o profissional a manter-se motivado.
O primeiro são as necessidades pessoais, que não estão relacionadas diretamente ao dinheiro, mas à possibilidade de fazer algo que está em seus planos, como trabalhar uma vez por semana de casa, entre outras coisas.

O outro fator diz respeito aos incentivos da empresa ligados à parte financeira, não somente a alta remuneração, mas as gratificações, bônus e participação nos lucros.

Sobre a motivação
motivação está ligada a sentimentos de crescimento individual e realização pessoal, por isso é importante trabalhar em um ambiente agradável e divertido.
“A empresa deve dar liberdade para o profissional trabalhar da maneira que for melhor para ele. Essa é uma forma de motivação”, afirmou Vanessa.
Geralmente pessoas com cargo elevado gerenciam uma equipe ou até mesmo uma organização. Por isso, é fundamental estar motivado para desempenhar bem sua função e servir de exemplo para os outros colaboradores.

“A pessoa precisa ter uma visão de si mesma para poder gerenciar outras pessoas. Ela tem de estar bem para poder desempenhar suas atividades”, afirmou Vanessa.

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

EXAMES de HIV

Existem três tipos de exames comumente utilizados para a detecção do HIV:


Elisa- É o exame mais utilizado, adotado principalmente para a triagem inicial. Devido a sua alta sensibilidade, pode apresentar resultados falso-positivos e por isso precisa ser confirmado com outra técnica. A maioria dos laboratórios já realiza esta confirmação automaticamente.

Imuno-Fluorescência- É um exame confirmatório e deve ser realizado após um resultado Elisa positivo.

Western-Blot- É também confirmatório, um pouco mais preciso que o de Imuno-Fluorescência, pois identifica componentes específicos do vírus. É o mais amplamente adotado para confirmar um resultado positivo de Elisa.

Existem ainda, outros exames que podem detectar diretamente o vírus, ao contrário dos anteriores, que detectam o anticorpo correspondente ao vírus. São técnicas caras, normalmente só realizadas em pesquisas e não estão disponíveis na rede pública, como por exemplo, o PCR e o P24.

Importante: A Janela Imunológica é um período de 3 semanas a no máximo 6 meses logo após a exposição ao HIV, em que o resultado do teste pode não ser positivo, mesmo que o vírus esteja presente. Este é o tempo que o organismo leva para produzir os anticorpos para o HIV, que são detectados com os três exames de rotina descritos acima

Os exames de contagem de células CD4+/CD8+ e de quantificação de carga viral são necessários para indicar início de terapia anti-retroviral e para o acompanhamento periódico dos resultados obtidos com o tratamento. Para isso, o Ministério da Saúde disponibiliza esses exames em alguns laboratórios da rede do SUS do município do Rio de Janeiro. Esses exames são sempre solicitados pelo médico que acompanha o paciente na rede pública e cada unidade tem sua referência para marcação e agendamento dos exames.

Enviado pelos Alunos:
Bruno Castro, Inaiara M. Barretos, Monique Kashima, Nayla Furlan e Oscar Lameu.

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Uso excessivo no computador pode trazer problemas de saúde

Quantas horas por dia você passa em frente ao computador? Caso sua resposta seja “muitas”, fique alerta, pois o excesso de uso do computador, de forma inadequada, pode prejudicar sua saúde. A lista de problemas associados a essa situação é extensa, e os sintomas podem ser variados, como aumento de estresse e dores de cabeça, mão, pescoço, pulsos, costas, além de dificuldades na visão.
O computador não é o único culpado. O ambiente de trabalho, a cadeira, a mesa e a iluminação, são elementos que podem influenciar negativamente o usuário do equipamento.

Outros problemas associados podem vir, ainda, de aspectos psicossociais do ambiente de trabalho, como a pressão nos prazos de entrega de tarefas e o relacionamento com os superiores. Isto pode aumentar o nível de stress e causar dores localizadas em alguma parte do corpo.
 
1 – Uma boa postura é fundamental ao se sentar

Ao usar o computador procure sentar em uma cadeira confortável que mantenha suas costas retas, apoiadas no encosto da cadeira. Não deixe seus ombros caídos e não adiante suas pernas de forma que seus pés fiquem muito à frente da linha dos joelhos, como se você fosse se deitar.

2 – Os pés devem ficar retos

Os pés devem ficar completamente no chão, ou seja, não podem ficar inclinados, com somente os dedos tocando a superfície. Caso a cadeira seja muito alta para você, use um apoiador para os pés.

3 - Os cotovelos devem ficar alinhados com os pulsos

Os cotovelos não devem ficar abaixo da linha dos pulsos. Para isso, escolha de preferência, cadeiras que tenham apoiadores para os braços. Dessa maneira, você consegue usar todo o braço para manusear o teclado e o mouse. Os pulsos também não podem ficar muito abaixo da linha dos dedos.


4 - O monitor deve ficar na frente do usuário e à uma distância mínima
Mantenha o monitor em uma posição frontal ao seu rosto, de forma que você não tenha que levantar a cabeça ou girá-la para ver a tela do computador. Caso fique com a cara "grudada" no monitor, seus olhos ficarão cansados rapidamente e você acabará forçando-os para enxergar. Por isso, mantenha uma distância de pelo menos 50 cm da tela do computador.

5 – Piscar o olho muitas vezes é necessário

Quando você fica prestando muita atenção no monitor, normalmente você pisca menos e, logo, seus olhos podem começar a arder. Por isso, ao sentir sinais de ardência ou irritação nos olhos, comece a piscar mais vezes.

6 - Ambiente bem iluminado

A iluminação no ambiente que o computador está localizado é fundamental. Preferencialmente utilize as luzes brancas. A luz não deve focalizar o seu rosto e muito menos a tela do monitor (como acontece quando se usa o computador de costas para uma janela onde entra luz do sol).

7 – Caso os problemas continuem, procure um médico

Caso esteja sentindo algum sintoma como dores no corpo, visão cansada ao utilizar o computador, vá ao médico. Esses são sinais de alerta que o corpo dá para evitar uma lesão que se agrave. Se você trabalha em uma empresa, também é conveniente avisar seus superiores, caso note que as condições de trabalho não são adequadas.

Cada vez mais o computador passa a fazer parte da vida da pessoas, seja no trabalho, no estudo, ou para o lazer. Por isso, é importante e fundamental que cada pessoa busque adequar medidas simples para manusear o computador. A prevenção é o melhor remédio.

(Por Fábio Bandeira de Mello - http://www.administradores.com.br/)

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

SINAIS DA AIDS / SINTOMAS DA AIDS

ESTÁGIO 1 - Tempo aproximado: de semanas a 6 meses


Você parece sadio. O teste da AIDS pode dar negativo. Mas mesmo parecendo sadio e com o teste negativo você já pode transmitir o vírus a outras pessoas.

ESTÁGIO 2 - Geralmente pode levar de 1 ano a 5 anos (ou mais)

Você mantém a aparência saudável, mas o teste da AIDS já dá positivo. Você é um portador do HIV.

ESTÁGIO 3 - Não tem tempo determinado: pode aparecer em meses ou anos

A AIDS é um mal que se disfarça muito bem no organismo da pessoa contaminada. É importante notar que muitos dos sinais e sintomas da AIDS podem ocorrer por causa de outras doenças comuns em nosso meio. Isso significa que a presença de um ou outro dos sinais ou sintomas citados a seguir não quer dizer que a pessoa está contaminada com vírus da AIDS.

Neste estágio alguns sinais e sintomas podem sugerir a contaminação pelo HIV:

* Cansaço e fraqueza anormais para desenvolver as atividades habituais;

* Emagrecimento sem causa aparente;

* Febre contínua, suores noturnos;

* Ínguas que duram mais de três meses;

* Tosse seca, prolongada, sem ter bronquite ou ser fumante;

* Sapinho na boca;

* Diarréia prolongada;

ESTÁGIO 4 - Pode ocorrer no período de meses ou anos

Por ter queda nas defesas do corpo, a pessoa contaminada com o vírus da AIDS facilmente pega outras doenças graves, que poderão levá-lo à morte. As mais comuns são pneumonia, câncer, diversos tipos de infecções e problemas no cérebro. Nesta fase é que se diz geralmente que a pessoa já está com AIDS. Entre uma complicação e outra, o portador de AIDS pode apresentar aparência de saúde razoável, pelo menos no começo.

Se alguém estiver desconfiado de que está com o vírus porque teve um comportamento de risco (sexo sem proteção ou compartilhamento de seringas e agulhas, por exemplo), é importante consultar um médico ou então um serviço de saúde especializado que possa tirar todas as dúvidas e até realizar o teste da AIDS.

IMPORTANTE:

NÃO DISCRIMINE O DOENTE DE AIDS.

ELE NÃO OFERECE PERIGO.

ELE PRECISA DA SUA COMPREENSÃO!

Enviado pelos Alunos:
Bruno Castro, Inaiara M. Barretos, Monique Kashima, Nayla Furlan e Oscar Lameu.

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

PREVENÇÃO

O preservativo, ou camisinha como é mais conhecido, é uma forma de se prevenir contra a AIDS. No entanto, a camisinha não é totalmente segura, pois ela pode rasgar. Use somente camisinhas feitas de látex (borracha) e dê preferência às que já são lubrificadas. Não utilize óleos, geléias, vaselinas, pois podem enfraquecer a borracha e causar o rompimento da camisinha.


Como usar: verifique se a borracha se adaptou corretamente ao pênis, ereto (ou duro). Faça compressão ao desenrolar e colocar a camisinha para expelir o ar e deixe um espaço na ponta para permitir que estique durante a relação sexual e possa armazenar o esperma. (Não desenrole a camisinha para depois colocá-la no pênis). Para retirá-la, faça-o antes do pênis perder a ereção e com cuidado para não vazar.

Por ser um vírus alojado dentro da célula, o HIV é transmitido de modos muito específicos, no contato direto da corrente sanguínea com determinados fluidos corporais onde circulam os linfócitos portadores. Os fluidos corporais que contém o HIV em quantidades suficientes para a transmissão são o sangue, o esperma, a secreção vaginal e o leite materno. O contato destes líquidos com a pele íntegra não transmite o vírus, ele só é transmitido quando há uma passagem direta para a corrente sanguínea.

O HIV é um vírus "anorexígeno", isto é, ele não sobrevive fora da célula, em contato com o ar. Portanto ele não se transmite através de beijos, carícias, talheres, copos, tosse, espirro, lágrima, suor, picada de insetos, animais domésticos, piscinas, contato cotidiano, ou quaisquer outras práticas que não envolvam trocas dos fluidos corporais mencionados acima.

A transmissão do HIV pode ser evitada das seguintes formas:

Sexo Seguro: Com o uso de preservativo (incluindo sexo oral).

Evitando compartilhar objetos perfuro/cortantes que entrem em contato direto com sangue, principalmente seringas. Caso estes objetos não sejam descartáveis é recomendável que se faça uma esterilização simples (fervendo, passando álcool ou água sanitária). É sempre preferível que se utilize apenas seringas e agulhas descartáveis.

Evitando receber doações de sangue e derivados, esperma ou órgãos que não tenham sido testados para o HIV.

Lembramos que uma mulher grávida pode transmitir o HIV para o seu filho, durante a gestação, no momento do parto ou amamentando-o. Caso uma mulher soropositiva queira engravidar é importante que ela procure orientação médica especializada, pois há formas de reduzir o risco de transmissão para o bebê.

Outra informação importante: a camisinha, embora não seja 100% segura, é extremamente segura quando utilizada corretamente. A maior causa de rompimento são os erros na sua utilização. Muitos portadores do HIV têm vida sexual ativa, sem que isto represente um risco para os seus parceiros.

Enviado pelos Alunos:
Bruno Castro, Inaiara M. Barretos, Monique Kashima, Nayla Furlan e Oscar Lameu.

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Situações em QUE HÁ RISCOS e que NÃO HÁ RISCOS de se pegar AIDS

SITUAÇÕES QUE SE PODEM PEGAR AIDS?
1 - Nas relações sexuais - Sexo anal, vaginal ou oral, no qual um dos parceiros esteja contaminado.
2 - Nas transfusões de sangue, quando o sangue estiver contaminado.
3 - Nas práticas de compartilhar agulhas e seringas (duas ou mais pessoas usarem uma só), especialmente no uso de drogas injetáveis, quando um dos usuários estiver contaminado.
4 - Materiais de acupuntura, tatuagens e outros objetos perfurantes e cortantes também podem representar perigo.
5 - Da mãe para o filho durante a gravidez, parto e amamentação, se a mãe estiver contaminada.

ONDE NÃO HÁ RISCO DE SE PEGAR AIDS?
1 - No beijo social, abraços e apertos de mão.
2 - No convívio familiar.
3 - No local de trabalho.
4 - Nos transportes coletivos.
5 - Nos aparelhos sanitários, pias e piscinas.
6 - No uso comum de pratos, talheres e copos.
7 - Nas picadas de insetos.
8 - Na doação de sangue.

Enviado pelos Alunos:
Bruno Castro, Inaiara M. Barretos, Monique Kashima, Nayla Furlan e Oscar Lameu.

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

O QUE VOCÊ FAZ COM SUAS PILHAS E BATERIAS USADAS?

• São 1,2 bilhão de pilhas e 400 milhões de baterias de celular comercializadas por ano no Brasil, segundo dados do Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee, e a grande maioria vai para a lata de lixo comum.


• Desde 2000, todas as pilhas produzidas no Brasil têm quantidades mínimas ou quase nulas dos metais pesados mais poluidores como cádmio, mercúrio e zinco, dentro do que está estabelecido pela resolução 257 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), editado em 1999, porém não deixam de prejudicar o meio ambiente.

• Um bom manejo do aterro sanitário é uma realidade existente em apenas 10% dos aterros brasileiros, segundo estimativa do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

• 33% do mercado são formados pelas chamadas “baterias ilegais”. Ou seja, cerca de 400 milhões de pilhas e baterias vêm de contrabando e outras origens.

• Em 2008 existia somente a Suzaquim, que reciclava cerca de 6 milhões de pilhas e baterias por ano, menos de 1% do comercializado. Já em 2009, outra fábrica, a ESSENCIS, começou a realizar esse trabalho.

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