• São 1,2 bilhão de pilhas e 400 milhões de baterias de celular comercializadas por ano no Brasil, segundo dados do Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee, e a grande maioria vai para a lata de lixo comum.
• Desde 2000, todas as pilhas produzidas no Brasil têm quantidades mínimas ou quase nulas dos metais pesados mais poluidores como cádmio, mercúrio e zinco, dentro do que está estabelecido pela resolução 257 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), editado em 1999, porém não deixam de prejudicar o meio ambiente.
• Um bom manejo do aterro sanitário é uma realidade existente em apenas 10% dos aterros brasileiros, segundo estimativa do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
• 33% do mercado são formados pelas chamadas “baterias ilegais”. Ou seja, cerca de 400 milhões de pilhas e baterias vêm de contrabando e outras origens.
• Em 2008 existia somente a Suzaquim, que reciclava cerca de 6 milhões de pilhas e baterias por ano, menos de 1% do comercializado. Já em 2009, outra fábrica, a ESSENCIS, começou a realizar esse trabalho.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
Liderando com Inteligência Emocional: uma discussão teórica
Resumo
O presente artigo tem por finalidade demonstrar a importância da inteligência emocional na organização como responsável pela mudança na concepção de liderança. A liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir os objetivos que levem ao bem comum. A inteligência emocional é simplesmente o uso inteligente das emoções, isto é, fazer intencionalmente com que suas emoções trabalhem a seu favor, usando-as como uma ajuda para ditar seu comportamento e seu raciocínio de maneira a aperfeiçoar seus resultados. Assim sendo se quem lidera é inteligente utiliza essa capacidade para entender e respeitar as pessoas, obtendo resultados incomuns de pessoas comuns, e principalmente educando pelo exemplo. Portanto o verdadeiro líder não forma seguidores, forma outros líderes. Não oferece empregos, oferece causas.
Palavras-chaves: Liderança. Inteligência Emocional. Relação.
1 Introdução
Cada vez mais se percebe o valor e a importância de uma liderança eficaz para o sucesso de uma organização. Depois de décadas de influência dos preceitos da Administração Científica, de ênfase nos métodos de controle das pessoas baseados em autoridade e coerção, o mundo empresarial está cada vez mais percebendo que a verdadeira tarefa de um administrador, dirigente de empresas ou gerente é liderar pessoas.
As exigências da liderança moderna atualmente incluem a competência emocional, e o estilo autoritário que funcionava tão bem em um passado não tão longínquo, hoje, já não produz o mesmo efeito tão bem como antes. Ao contrário, o estilo de gestão autoritária está perdendo campo para um gestor mais humano e empreendedor que, além de todos os atributos exigidos em um bom líder, possua a capacidade de provocar entusiasmo.
A maioria das situações de trabalho é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Desta forma pessoas com qualidades de relacionamento humano têm mais chances de obter o sucesso. Líderes saem na frente, tomam a iniciativa das situações e convencem as pessoas a seguir o rumo por eles determinado. E, em se tratando de liderança, a Inteligência Emocional é considerada atualmente uma característica essencial dos líderes eficazes. A liderança é uma função exercida alicerçada principalmente no relacionamento dos membros de um grupo. Considerando o fato de que os relacionamentos são profundamente marcados pela influência das emoções, manejar de maneira mais eficaz as próprias emoções, assim como as dos outros, passa a ser uma habilidade crucial para a eficácia dos líderes.
Sendo assim o objetivo deste artigo é demonstrar como a inteligência emocional pode ser usada como uma ferramenta para a formação dessas novas lideranças e a sua importância no contexto organizacional atual. O texto, segundo Marconi e Lakatos (1999) se caracteriza como artigo de revisão bibliográfica.
Considerações Finais
Devido a conjuntura das necessidades organizacionais atuais tem-se um fato determinante: as empresas estão mudando seu foco da produção, lucro a qualquer preço para o humano, ou seja, entenderam que o maior patrimônio de qualquer instituição é o seu colaborador, seu funcionário. Esta mudança é sem dúvida, a razão pela qual tem-se a necessidade de investir em profissionais mais flexíveis, inovadores, transmissores de motivação, credibilidade, com espírito de liderança e trabalho em equipe. A equipe deve ser composta por pessoas capazes, responsáveis, que consigam influenciar os colaboradores na busca do bem comum. Cada membro tem uma cota de responsabilidade e conhecimento dentro do grupo. O relacionamento interpessoal deve existir para que idéias sejam trocadas, o feedback deve ser contínuo, sanando divergências de opiniões, a melhoria da qualidade de trabalho, satisfação e produtividade e relacionamento entre colaboradores e o líder deve saber receber também um feedback negativo, críticas fazem parte da melhoria contínua e é assim que devem ser encaradas. A auto-estima deve ser mantida para que o colaborador sinta-se motivado, encorajado a exercer uma atividade, e nunca de forma imposta por ordem de superior.
Para se tornar um líder não existe uma forma, é um talento exercitado, com amor e caráter, no decorrer de sua vida dentro e fora do ambiente empresarial. O líder deve tratar todos da mesma forma, ser justo, inteligente emocionalmente, capaz de atuar em qualquer segmento da empresa, não delegando funções, mas sim, promovendo desafios a seus liderados, extrair resultados anormais de pessoas normais, cumprir com suas responsabilidades nos prazos estipulados, satisfazendo as necessidades da empresa, colaboradores e clientes.
A Inteligência emocional entra neste contexto para auxiliar na gestão do líder, seu comportamento perante decisões importantes e no relacionamento com seus liderados. O uso adequado da Inteligência Emocional, das ferramentas como auto-conhecimento, motivação, inteligência intrapessoal farão do detentor destes conhecimentos um profissional especial em um ambiente organizacional.
Liderar, trabalhar em equipe, todas as funções tem um relacionamento direto com IE. Portanto, desenvolvê-la tornou-se uma busca incansável para a sobrevivência profissional e a melhoria contínua nas organizações. A liderança é exercida com amor e caráter. Quando se quer e trasmite ideais sérios, com amor, a recompensa será sempre atitudes idênticas as transmitidas.
Vladimir Lisboa Veloso (UFMS) mineirotls@gmail.com
César Augusto da Silva (UFMS) quededo@gmail.com
Moacir Batista de Souza Filho (UFMS) moacirtl@gmail.com
Geraldino Carneiro de Araújo (UFMS/FIRB) geraldino.araujo@gmail.com
O presente artigo tem por finalidade demonstrar a importância da inteligência emocional na organização como responsável pela mudança na concepção de liderança. A liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir os objetivos que levem ao bem comum. A inteligência emocional é simplesmente o uso inteligente das emoções, isto é, fazer intencionalmente com que suas emoções trabalhem a seu favor, usando-as como uma ajuda para ditar seu comportamento e seu raciocínio de maneira a aperfeiçoar seus resultados. Assim sendo se quem lidera é inteligente utiliza essa capacidade para entender e respeitar as pessoas, obtendo resultados incomuns de pessoas comuns, e principalmente educando pelo exemplo. Portanto o verdadeiro líder não forma seguidores, forma outros líderes. Não oferece empregos, oferece causas.
Palavras-chaves: Liderança. Inteligência Emocional. Relação.
1 Introdução
Cada vez mais se percebe o valor e a importância de uma liderança eficaz para o sucesso de uma organização. Depois de décadas de influência dos preceitos da Administração Científica, de ênfase nos métodos de controle das pessoas baseados em autoridade e coerção, o mundo empresarial está cada vez mais percebendo que a verdadeira tarefa de um administrador, dirigente de empresas ou gerente é liderar pessoas.
As exigências da liderança moderna atualmente incluem a competência emocional, e o estilo autoritário que funcionava tão bem em um passado não tão longínquo, hoje, já não produz o mesmo efeito tão bem como antes. Ao contrário, o estilo de gestão autoritária está perdendo campo para um gestor mais humano e empreendedor que, além de todos os atributos exigidos em um bom líder, possua a capacidade de provocar entusiasmo.
A maioria das situações de trabalho é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Desta forma pessoas com qualidades de relacionamento humano têm mais chances de obter o sucesso. Líderes saem na frente, tomam a iniciativa das situações e convencem as pessoas a seguir o rumo por eles determinado. E, em se tratando de liderança, a Inteligência Emocional é considerada atualmente uma característica essencial dos líderes eficazes. A liderança é uma função exercida alicerçada principalmente no relacionamento dos membros de um grupo. Considerando o fato de que os relacionamentos são profundamente marcados pela influência das emoções, manejar de maneira mais eficaz as próprias emoções, assim como as dos outros, passa a ser uma habilidade crucial para a eficácia dos líderes.
Sendo assim o objetivo deste artigo é demonstrar como a inteligência emocional pode ser usada como uma ferramenta para a formação dessas novas lideranças e a sua importância no contexto organizacional atual. O texto, segundo Marconi e Lakatos (1999) se caracteriza como artigo de revisão bibliográfica.
Considerações Finais
Devido a conjuntura das necessidades organizacionais atuais tem-se um fato determinante: as empresas estão mudando seu foco da produção, lucro a qualquer preço para o humano, ou seja, entenderam que o maior patrimônio de qualquer instituição é o seu colaborador, seu funcionário. Esta mudança é sem dúvida, a razão pela qual tem-se a necessidade de investir em profissionais mais flexíveis, inovadores, transmissores de motivação, credibilidade, com espírito de liderança e trabalho em equipe. A equipe deve ser composta por pessoas capazes, responsáveis, que consigam influenciar os colaboradores na busca do bem comum. Cada membro tem uma cota de responsabilidade e conhecimento dentro do grupo. O relacionamento interpessoal deve existir para que idéias sejam trocadas, o feedback deve ser contínuo, sanando divergências de opiniões, a melhoria da qualidade de trabalho, satisfação e produtividade e relacionamento entre colaboradores e o líder deve saber receber também um feedback negativo, críticas fazem parte da melhoria contínua e é assim que devem ser encaradas. A auto-estima deve ser mantida para que o colaborador sinta-se motivado, encorajado a exercer uma atividade, e nunca de forma imposta por ordem de superior.
Para se tornar um líder não existe uma forma, é um talento exercitado, com amor e caráter, no decorrer de sua vida dentro e fora do ambiente empresarial. O líder deve tratar todos da mesma forma, ser justo, inteligente emocionalmente, capaz de atuar em qualquer segmento da empresa, não delegando funções, mas sim, promovendo desafios a seus liderados, extrair resultados anormais de pessoas normais, cumprir com suas responsabilidades nos prazos estipulados, satisfazendo as necessidades da empresa, colaboradores e clientes.
A Inteligência emocional entra neste contexto para auxiliar na gestão do líder, seu comportamento perante decisões importantes e no relacionamento com seus liderados. O uso adequado da Inteligência Emocional, das ferramentas como auto-conhecimento, motivação, inteligência intrapessoal farão do detentor destes conhecimentos um profissional especial em um ambiente organizacional.
Liderar, trabalhar em equipe, todas as funções tem um relacionamento direto com IE. Portanto, desenvolvê-la tornou-se uma busca incansável para a sobrevivência profissional e a melhoria contínua nas organizações. A liderança é exercida com amor e caráter. Quando se quer e trasmite ideais sérios, com amor, a recompensa será sempre atitudes idênticas as transmitidas.
Vladimir Lisboa Veloso (UFMS) mineirotls@gmail.com
César Augusto da Silva (UFMS) quededo@gmail.com
Moacir Batista de Souza Filho (UFMS) moacirtl@gmail.com
Geraldino Carneiro de Araújo (UFMS/FIRB) geraldino.araujo@gmail.com
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Música: "Ei, psiu beijo me liga" Cantor: Michel Teló
Michel Teló é um artista completo! Canta, toca, dança e põe a moçada pra ferver de alegria. Sua trajetória de sucesso fez história e mudou a cara da música sertaneja no Brasil. Com humildade e muito trabalho, Michel canta e encanta legiões de fãs há mais de 16 anos e agora, em carreira solo, continua a animar multidões em todo o país.
Nosso cantor e tocador de gaita nasceu em Medianeira, no Paraná, no dia 21 de janeiro de 1981 e cresceu ao som da sanfona tocada por seu avô em festas de família. Aos dois anos de idade mudou-se para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, cidade que futuramente marcaria o início de sua carreira profissional.
Para conquistar os palcos Michel dedicou sua vida à música. A história artística do gaiteiro mais querido do Brasil começou em 1987, quando aos sete anos de idade fez sua primeira apresentação solo pela turma do coral do colégio, cantando "Meu querido, meu velho, meu amigo", uma composição de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, na festa que homenageava os papais na escola.
Antes de apaixonar-se pela gaita de botão, conhecida no Brasil por sanfona, Michel estudou piano por cinco anos. O interesse pelo novo instrumento surgiu a partir dos acordes que aprendia com um amigo da família que, sempre disposto, ensinava o menino e futuro tocador.
Aos doze anos ganhou sua primeira gaita. "Não consigo esquecer de quando entrei em uma loja de instrumentos pra procurar uma gaita de botão pra mim. Eu ensaiava com uma gaita emprestada, então queria a minha própria. Eu saí de lá com a minha gaitinha de botão, de oito baixos, de cor verde e que toco nos show até hoje".
Ainda no colégio, Michel Teló encontrou uma turma também fã de barulho e formou uma banda junto com seu irmão Teófilo e três amigos: Ivan, Gerson e Mandu. No início dos anos 90, com a popularização do movimento dos bailes sertanejos, a banda ganhou espaço entre o público da escola e transformou-se então no Grupo Guri.
Aos treze anos de idade participou pela primeira vez da gravação de um disco no Paraná, com o Grupo Bailanta.
Foram anos de estudo, ensaios, viagens e desafios até chegar onde está. "Eu tocava bailão de cinco horas na sexta-feira, no sábado e no domingo e, quando chegava das viagens em Campo Grande às 6 horas da manhã de segunda-feira, ia direto pra escola". Apesar dos obstáculos iniciais, o talento de Michel ganhou a confiança e o apoio da família, que desde cedo acreditou no sucesso do cantor.
O menino queria crescer profissionalmente e assim, na volta de uma viagem ao Paraná com o amigo Ivan, foi criado um novo projeto: o Grupo Santo Chão. Em meio a dificuldades financeiras e no estúdio improvisado dentro do quarto do próprio Michel o Grupo gravou seu primeiro CD, chamado Compañera. O quarto do cantor ainda serviu de estúdio para outros músicos na época, como os do Grupo Sem Fronteiras e o Tradição.
A casa de Michel só deixou de ser sede de gravação quando seu pai comprou um terreno ao lado de onde moravam para enfim construir uma gravadora que atendesse às demandas do novo projeto. Surgiu então a Pantanal Discos.
Neste período, Michel havia deixado o Grupo Santo Chão. O trabalho dentro do estúdio e longe das apresentações o deixava com o coração apertado de saudade. "Eu queria tocar e cantar, eu ia nos bailes pra dar canja".
A vontade de Michel logo virou fato quando um convite de última hora do Grupo Tradição o fez voltar para frente do público para tocar em uma domingueira em uma cidade do estado Pantaneiro. "Quando recebi o telefonema levei um susto porque fazia tempo que não tocava, mas topei e fui ensaiando o repertório dentro de uma kombi com os meninos até chegar a Dourados". O entrosamento de Michel com o Grupo foi tanto que o que seria uma substituição de apenas um dia virou parceria por doze anos.
Enquanto fez parte do Grupo Tradição, Michel participou da gravação e produção de nove CDs e três DVDs, além de outras conquistas, como a idealização da Micareta Sertaneja, a premiação do Disco de Ouro, a divulgação de sua música em novela da Rede Globo, e de gravações de músicas com Chitãozinho & Xororó, Zeca Pagodinho, Edson & Hudson, Guilherme & Santiago, Carla Cristina, Frank Aguiar e Dois a Um, e dos DVDs de João Bosco & Vinícius e Bruno & Marrone.
Michel, agora, dá continuidade à sua história de sucesso lançando-se em carreira solo com a mesma dedicação e alegria que o Brasil inteiro conhece.
Nosso cantor e tocador de gaita nasceu em Medianeira, no Paraná, no dia 21 de janeiro de 1981 e cresceu ao som da sanfona tocada por seu avô em festas de família. Aos dois anos de idade mudou-se para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, cidade que futuramente marcaria o início de sua carreira profissional.
Para conquistar os palcos Michel dedicou sua vida à música. A história artística do gaiteiro mais querido do Brasil começou em 1987, quando aos sete anos de idade fez sua primeira apresentação solo pela turma do coral do colégio, cantando "Meu querido, meu velho, meu amigo", uma composição de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, na festa que homenageava os papais na escola.
Antes de apaixonar-se pela gaita de botão, conhecida no Brasil por sanfona, Michel estudou piano por cinco anos. O interesse pelo novo instrumento surgiu a partir dos acordes que aprendia com um amigo da família que, sempre disposto, ensinava o menino e futuro tocador.
Aos doze anos ganhou sua primeira gaita. "Não consigo esquecer de quando entrei em uma loja de instrumentos pra procurar uma gaita de botão pra mim. Eu ensaiava com uma gaita emprestada, então queria a minha própria. Eu saí de lá com a minha gaitinha de botão, de oito baixos, de cor verde e que toco nos show até hoje".
Ainda no colégio, Michel Teló encontrou uma turma também fã de barulho e formou uma banda junto com seu irmão Teófilo e três amigos: Ivan, Gerson e Mandu. No início dos anos 90, com a popularização do movimento dos bailes sertanejos, a banda ganhou espaço entre o público da escola e transformou-se então no Grupo Guri.
Aos treze anos de idade participou pela primeira vez da gravação de um disco no Paraná, com o Grupo Bailanta.
Foram anos de estudo, ensaios, viagens e desafios até chegar onde está. "Eu tocava bailão de cinco horas na sexta-feira, no sábado e no domingo e, quando chegava das viagens em Campo Grande às 6 horas da manhã de segunda-feira, ia direto pra escola". Apesar dos obstáculos iniciais, o talento de Michel ganhou a confiança e o apoio da família, que desde cedo acreditou no sucesso do cantor.
O menino queria crescer profissionalmente e assim, na volta de uma viagem ao Paraná com o amigo Ivan, foi criado um novo projeto: o Grupo Santo Chão. Em meio a dificuldades financeiras e no estúdio improvisado dentro do quarto do próprio Michel o Grupo gravou seu primeiro CD, chamado Compañera. O quarto do cantor ainda serviu de estúdio para outros músicos na época, como os do Grupo Sem Fronteiras e o Tradição.
A casa de Michel só deixou de ser sede de gravação quando seu pai comprou um terreno ao lado de onde moravam para enfim construir uma gravadora que atendesse às demandas do novo projeto. Surgiu então a Pantanal Discos.
Neste período, Michel havia deixado o Grupo Santo Chão. O trabalho dentro do estúdio e longe das apresentações o deixava com o coração apertado de saudade. "Eu queria tocar e cantar, eu ia nos bailes pra dar canja".
A vontade de Michel logo virou fato quando um convite de última hora do Grupo Tradição o fez voltar para frente do público para tocar em uma domingueira em uma cidade do estado Pantaneiro. "Quando recebi o telefonema levei um susto porque fazia tempo que não tocava, mas topei e fui ensaiando o repertório dentro de uma kombi com os meninos até chegar a Dourados". O entrosamento de Michel com o Grupo foi tanto que o que seria uma substituição de apenas um dia virou parceria por doze anos.
Enquanto fez parte do Grupo Tradição, Michel participou da gravação e produção de nove CDs e três DVDs, além de outras conquistas, como a idealização da Micareta Sertaneja, a premiação do Disco de Ouro, a divulgação de sua música em novela da Rede Globo, e de gravações de músicas com Chitãozinho & Xororó, Zeca Pagodinho, Edson & Hudson, Guilherme & Santiago, Carla Cristina, Frank Aguiar e Dois a Um, e dos DVDs de João Bosco & Vinícius e Bruno & Marrone.
Michel, agora, dá continuidade à sua história de sucesso lançando-se em carreira solo com a mesma dedicação e alegria que o Brasil inteiro conhece.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Concurso IBGE
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) prorrogou até o dia 15 de outubro as inscrições nos postos credenciados e para até o dia 25 do mesmo mês as inscrições pela internet para 33.012 vagas temporárias para o Censo 2010. O salário varia de R$ 760 a R$ 1.600. A jornada é de 40 horas semanais.
A data da aplicação da prova do concurso também foi adiada do dia 6 para o dia 13 de dezembro, das 13h às 17h.
As inscrições pela internet devem ser feitas no site www.cesgranrio.org.br. Pessoalmente, é possível se inscrever nas agências dos Correios dos 5,5 mil municípios onde há vagas.
taxa é de R$ 22 para agente censitário municipal, supervisor e de informática, de R$ 18 para agente censitário administrativo e de R$ 30 para agente censitário regional.
Concurso
As vagas são para agente censitário municipal (6.722), agente censitário supervisor (23.900), agente censitário de informática (1.432), agente censitário administrativo (558) e agente censitário regional (400). Estão reservados 5% das oportunidades para portadores de necessidades especiais.
O candidato deve ter ensino médio completo na contratação (janeiro e março de 2010). O agente censitário regional deve ter carteira nacional de habilitação.
O agente censitário regional terá salário de R$ 1.600, o agente censitário administrativo, de R$ 760, o agente censitário municipal, de R$ 1.150, e os agentes censitário supervisor e de informática, de R$ 900. Haverá ainda auxílio transporte e alimentação.
A previsão do trabalho é de até 12 meses para o agente censitário regional, 10 meses para o municipal, 10 meses para o de informática, 9 meses para o supervisor e 12 meses para o administrativo.
O órgão informa ainda que no ano que vem serão abertas outras 200 mil vagas temporárias para o cargo de recenseador. Os contratos duram de seis a 12 meses.
Edital:http://www.cesgranrio.org.br/eventos/concursos/ibge0509/ibge0109.html
A data da aplicação da prova do concurso também foi adiada do dia 6 para o dia 13 de dezembro, das 13h às 17h.
As inscrições pela internet devem ser feitas no site www.cesgranrio.org.br. Pessoalmente, é possível se inscrever nas agências dos Correios dos 5,5 mil municípios onde há vagas.
taxa é de R$ 22 para agente censitário municipal, supervisor e de informática, de R$ 18 para agente censitário administrativo e de R$ 30 para agente censitário regional.
Concurso
As vagas são para agente censitário municipal (6.722), agente censitário supervisor (23.900), agente censitário de informática (1.432), agente censitário administrativo (558) e agente censitário regional (400). Estão reservados 5% das oportunidades para portadores de necessidades especiais.
O candidato deve ter ensino médio completo na contratação (janeiro e março de 2010). O agente censitário regional deve ter carteira nacional de habilitação.
O agente censitário regional terá salário de R$ 1.600, o agente censitário administrativo, de R$ 760, o agente censitário municipal, de R$ 1.150, e os agentes censitário supervisor e de informática, de R$ 900. Haverá ainda auxílio transporte e alimentação.
A previsão do trabalho é de até 12 meses para o agente censitário regional, 10 meses para o municipal, 10 meses para o de informática, 9 meses para o supervisor e 12 meses para o administrativo.
O órgão informa ainda que no ano que vem serão abertas outras 200 mil vagas temporárias para o cargo de recenseador. Os contratos duram de seis a 12 meses.
Edital:http://www.cesgranrio.org.br/eventos/concursos/ibge0509/ibge0109.html
sábado, 10 de outubro de 2009
CONSUMO DE ÁLCOOL ACENDE LUZ VERMELHA NA SAÚDE
Consumo de bebidas nas baladas noturnas compromete a segurança dos jovens no volante. E a aceitação social do álcool favorece o aumento do alcoolismo na população.
Consumir bebidas alcoólicas virou um hábito constante. Beber uma caipirinha ou duas, ou mais latas de cerveja todos os dias, tornou-se mais comum do que fumar alguns maços de cigarros nessa mesma frequência.
É o que aponta um levantamento do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas(Cratod), órgão da Secretaria de Estado da Saúde, realizado no ano passado, com 339 pessoas.
De todas as pessoas que participaram da pesquisa, 250 (73,7%) disseram que já consumiram álcool na vida, dos quais 28% confirmaram a ingestão de bebidas alcoólicas diariamente, ou quase todos os dias. Já entre os 66,3% dos entrevistados que experimentaram cigarros ou derivados de tabaco, 12,4% afirmaram fumar diariamente.
Tais dados foram coletados em ações de orientação e prevenção ao uso de substânciaas psicoativas - que alteram o funcionamento do sistema nervoso do usuário temporariamente, incluindo as drogas ilícitas, como maconha, cocaína e crack.
"A cultura de aceitação social da bebida alcoólica faz com que o hábito de beber eventualmente se torne cada vez mais frequente, chegando ao ponto da pessoa não passar sequer um dia sem uma dose", observa Luizemir Lago, diretora do Cratod, que atende aproximadamente mil pessoas dependentes de substâncias psicoativas a cada mês.
"Há pessoas que possuem um limiar de tolerância muito baixo para o álcool e que tem seus reflexos comprometidos com apenas meio copo de cerveja", explica."Medidas paliativas não resolverão. É preciso fazer uma revolução cultural, alterar o Código Penal e cumprir a legislação", completa.
28% do entrevistados pela Secretaria da Saúde afirmaram que consomem bebida alcoólica diariamente, ou quase todos os dias.
6% foi a taxa de alcoolismo registrada em meninas entre 12 e 17 anos, em 2005. O índice é o dobro do que foi verificado em 2001.
60% dos acidentes de trânsito são provocados por problemas relacionados ao álcool, segundo as estatísticas.
Consumir bebidas alcoólicas virou um hábito constante. Beber uma caipirinha ou duas, ou mais latas de cerveja todos os dias, tornou-se mais comum do que fumar alguns maços de cigarros nessa mesma frequência.
É o que aponta um levantamento do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas(Cratod), órgão da Secretaria de Estado da Saúde, realizado no ano passado, com 339 pessoas.
De todas as pessoas que participaram da pesquisa, 250 (73,7%) disseram que já consumiram álcool na vida, dos quais 28% confirmaram a ingestão de bebidas alcoólicas diariamente, ou quase todos os dias. Já entre os 66,3% dos entrevistados que experimentaram cigarros ou derivados de tabaco, 12,4% afirmaram fumar diariamente.
Tais dados foram coletados em ações de orientação e prevenção ao uso de substânciaas psicoativas - que alteram o funcionamento do sistema nervoso do usuário temporariamente, incluindo as drogas ilícitas, como maconha, cocaína e crack.
"A cultura de aceitação social da bebida alcoólica faz com que o hábito de beber eventualmente se torne cada vez mais frequente, chegando ao ponto da pessoa não passar sequer um dia sem uma dose", observa Luizemir Lago, diretora do Cratod, que atende aproximadamente mil pessoas dependentes de substâncias psicoativas a cada mês.
"Há pessoas que possuem um limiar de tolerância muito baixo para o álcool e que tem seus reflexos comprometidos com apenas meio copo de cerveja", explica."Medidas paliativas não resolverão. É preciso fazer uma revolução cultural, alterar o Código Penal e cumprir a legislação", completa.
28% do entrevistados pela Secretaria da Saúde afirmaram que consomem bebida alcoólica diariamente, ou quase todos os dias.
6% foi a taxa de alcoolismo registrada em meninas entre 12 e 17 anos, em 2005. O índice é o dobro do que foi verificado em 2001.
60% dos acidentes de trânsito são provocados por problemas relacionados ao álcool, segundo as estatísticas.
HIV e AIDS, O QUE È ISSO?
• O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília dos lentivírus. Vários estudos epidemiológicos têm demonstrado que a via sexual é a forma de transmissão predominante do HIV, através da exposição a secreções contagiosas que contenham o vírus e/ou células infectadas. Outra forma significativa de transmissão ocorre através de exposição parenteral a sangue, hemoderivados ou tecidos infectados pelo HIV, assim como também desta forma ocorre a transmissão perinatal. Apesar de já se ter isolado o HIV a partir de secreções e tecidos de diversas origens, o potencial de infectividade destas fontes de isolamento mostra-se bastante limitado. Por exemplo, a saliva contém enzimas e outras substâncias que inativam o HIV, sendo, portanto, muito improvável que o transmita. O contato casual não é associado à transmissão do HIV, devido à não exposição, nestas circunstâncias, ao sangue ou a outros fluidos corporais contagiosos. Estudos epidemiológicos e parasitológicos têm refutado a teoria de que mosquitos e outros insetos pudessem ser vetores de transmissão do HIV.
Em 1986, foi detectado em Lisboa, Portugal, em indivíduos procedentes de Guiné-Bissau e Cabo Verde (ilhas portuguesas situadas a oeste da África Ocidental), um novo retrovírus humano, chamado HIV-2.
Posteriormente, em 1987, o HIV-2 foi detectado em seis diferentes países europeus. Em junho de 1987, o HIV-2 foi detectado por Veronesi e Cols, pela primeira vez nas Américas, em São Paulo, Brasil.
O HIV-2 é extremamente raro entre doadores de sangue dos EUA (três positivos entre 74 milhões de doadores de sangue e plasma). Também no Brasil é raro o encontro de HIV-2 em bancos de sangue.
• A síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) é uma manifestação clínica avançada da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV-1 e HIV-2). Geralmente, a infecção pelo HIV leva a uma imunossupressão progressiva, especialmente da imunidade celular, e a uma desregulação imunitária. Tais desregulações e supressões imunitárias acabam por resultar em infecções oportunistas, neoplasias e/ou manifestações (demência, caquexia, trombicitopenia etc.) que são condições definidoras de AIDS, quando em presença da infecção pelo HIV.
A AIDS, como doença totalmente manifesta, caracteriza-se por contagens de linfócitos T CD4+ abaixo de 200/mm3 (milímetros cúbicos), sendo freqüentemente associada a doenças vistas especificamente em pacientes com grave disfunção imune celular. Geralmente subdivide-se a AIDS em dois estágios: doença do HIV sintomática tardia e doença do HIV avançada. A doença tardia do HIV caracteriza-se por complicações infecciosas secundárias usualmente tratáveis, como reativação de tuberculose, pneumocistose pulmonar, candidíase esofágica, toxoplasmose etc. Já os pacientes com doença avançada do HIV costumam desenvolver doenças mais refratárias, como retinite citomegálica, micobacteriose do complexo avium-intracelulare, leucoencefalopatia multifocal progressiva, linfomas etc.
Uma infecção comum, que numa pessoa sem AIDS possa ser curada facilmente, pode se tornar fatal para uma pessoa contaminada com o HIV.
O advento da terapia anti-retroviral e das profilaxias tem modificado substancialmente a história natural da AIDS, aumentando a sobrevida média.
Enviado pelos Alunos:
Bruno Castro, Inaiara M. Barretos, Monique Kashima, Nayla Furlan e Oscar Lameu.
Em 1986, foi detectado em Lisboa, Portugal, em indivíduos procedentes de Guiné-Bissau e Cabo Verde (ilhas portuguesas situadas a oeste da África Ocidental), um novo retrovírus humano, chamado HIV-2.
Posteriormente, em 1987, o HIV-2 foi detectado em seis diferentes países europeus. Em junho de 1987, o HIV-2 foi detectado por Veronesi e Cols, pela primeira vez nas Américas, em São Paulo, Brasil.
O HIV-2 é extremamente raro entre doadores de sangue dos EUA (três positivos entre 74 milhões de doadores de sangue e plasma). Também no Brasil é raro o encontro de HIV-2 em bancos de sangue.
• A síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) é uma manifestação clínica avançada da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV-1 e HIV-2). Geralmente, a infecção pelo HIV leva a uma imunossupressão progressiva, especialmente da imunidade celular, e a uma desregulação imunitária. Tais desregulações e supressões imunitárias acabam por resultar em infecções oportunistas, neoplasias e/ou manifestações (demência, caquexia, trombicitopenia etc.) que são condições definidoras de AIDS, quando em presença da infecção pelo HIV.
A AIDS, como doença totalmente manifesta, caracteriza-se por contagens de linfócitos T CD4+ abaixo de 200/mm3 (milímetros cúbicos), sendo freqüentemente associada a doenças vistas especificamente em pacientes com grave disfunção imune celular. Geralmente subdivide-se a AIDS em dois estágios: doença do HIV sintomática tardia e doença do HIV avançada. A doença tardia do HIV caracteriza-se por complicações infecciosas secundárias usualmente tratáveis, como reativação de tuberculose, pneumocistose pulmonar, candidíase esofágica, toxoplasmose etc. Já os pacientes com doença avançada do HIV costumam desenvolver doenças mais refratárias, como retinite citomegálica, micobacteriose do complexo avium-intracelulare, leucoencefalopatia multifocal progressiva, linfomas etc.
Uma infecção comum, que numa pessoa sem AIDS possa ser curada facilmente, pode se tornar fatal para uma pessoa contaminada com o HIV.
O advento da terapia anti-retroviral e das profilaxias tem modificado substancialmente a história natural da AIDS, aumentando a sobrevida média.
Enviado pelos Alunos:
Bruno Castro, Inaiara M. Barretos, Monique Kashima, Nayla Furlan e Oscar Lameu.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Extensão Univesitária (GRUPO DE TEATRO)
"Projeto Identidade IV" - Carga horária de 120 horas
UFMS
- Encontros ás terças-feiras das 19h00 ás 22h00
- Local: Anfiteatro da Unidade I
- Objetivo: formação de um grupo de teatro do CPTL através de oficinas e jogos teatrais e apresentações de peças teatrais ao público em geral.
- Coordenador: Leandro Pansonato Cazula
- Informações: Prof. China ou com Leandro
- Tel.: 3509-3719 / 9988-5148
UFMS
